
Bom pessoal, nesta terça 15/08 fui ao show da Banda Calypso e gostaria de fazer alguns comentários. Tudo que foi prometido não ocorreu, não houve morte como previu a Mãe Dinah, não houve ataques do PCC, não houve brigas ou qualquer tipo de desordem até o momento que fiquei na festa. Mãe Dinah, você acredita nessa senhora que não tem o que fazer da vida?
O que ocorreu foi um show maravilhoso, super alto astral onde as pessoas se divertiam e cantavam com a vocalista, num país de mensalão, mensalinhos, sanguessugas, etc.
Ninguém é obrigado a gostar de Calypso, o povo paulistano não está acostumado com esse ritmo que invadiu o estado de São Paulo e o país de uma forma contagiante. Todos nós temos a liberdade de escolhermos. Não ouço Calypso dentro do carro ou como musica de cabeceira da cama, muito menos para momentos de reflexões. Mas não posso negar que é uma banda que me cativou, o ritmo, a simpatia da vocalista. Acabei ouvindo coisas que apesar de estar num momento de brincadeira, percebi que algumas foram reais, como: Você gostar de Calypso? Isso é um lixo!
A final, gostamos de tanta porcaria enlatada americana, não é verdade? Há tantas pessoas que acham chique falar inglês, ouvir musicas internacionais, se “achar” a celebridade em festas , etc... Mas o que estamos ouvindo? Cópias de Madonna, que muitas pessoas nem sabem o conteúdo da música, mas é chique! Gemidos de Britney, que muita gente quer ser igual, porque é chique! Queremos ser Christina Aguillera, não importa a cor do cabelo dela, é chique! Adoramos cantoras putas ou putas cantoras, porque é chique! Ouvimos Kelly Clarkson apenas porque tocou na novela, isso é mais chique ainda!
Falar inglês não é chique, ser sensual como a Britney ou vadia como a madonna também não é chique. Para mim o que realmente importa é sabermos da cultura de nosso país, em primeiro lugar. Conheço tantas pessoas que dão aula de inglês e não sabem escrever o português corretamente, isso é chique? Outras ouvem Calypso dentro de seus quartos, trancados a sete chaves e não assumem nem sobe tortura. Talvez se a banda calypso cantasse em inglês muita gente passaria a gostar, pois daí sim é chique.
Vamos parar de valorizar as demais culturas e passar a olhar melhor para o que nosso país tem de bom, se você não consegue ver, me desculpe, mas volte a estudar!
Não quero que passem a ouvir Calypso no café da manhã, Sertanejo raiz no almoço e Forró universitário no jantar, mas pense que para ser chique é preciso saber, conhecer, apenas isso, e tapar sua visão ao mundo não é ser chique. As vezes deixamos passar muita coisa em nossas vidas, pois precisamos manter o status de chique e chique não é “babar ovo” nas demais culturas, sem saber de onde vem a sua. Não é o que você ouve que te faz melhor ou pior que alguém, não é a idioma que você fala, mas sim a educação que você têm!
Um grande abraços a todos!
Quero final de semana logo. Vida familiar meio mal. mas vida profissional e sentimental em alta! Um grande abraço a todos que comentam no Blog, ando muito ocupado para parar e escrever um texto realmente meu, mas pesquiso coisa boa para publicar aqui. Entrem e pensem, pois AINDA pensar, não custa nada. Abraços.
Jantar na casa da Cris estava ótimo. Aniversário Sábado Ótimo. Filme na casa da Tia Ótimo. Bolo na casa do C.... Ótimo. Filme no Br, Ótimo. Companhia, nem preciso comentar, final de semana perfeito.
Li o livro de Glória Kalil, "Chiquérrimo", e meus olhos mudaram. Eu não sou chique, mas queria ver quem era. Botei uma bermuda amarela e saí por aí, levando uma "cachorra" pela mão, com ela se equilibrando em cima de um par de plataformas douradas, com a calça bem justinha de modo que sua bunda fosse uma espécie de terceira pessoa a nosso lado, a bundinha ali, atual jóia maior de qualquer mulher, entramos num restaurante metido a besta e resolvi mostrar que sou tão chic quanto aqueles babacas ali. Comecei dando logo um esporro no garçon que me ofereceu o menu e eu perguntei: "O que se come de bom por aqui?" E ele me disse com as narinas pálidas: "De tudo, senhor". "Ah, tem de tudo? Então me traz rã com bertalha!", berrei olhando para os lados, e vários senhores chiques desviaram os olhos, mas a minha "cachorra" riu bem alto, para alegria dos chics que puderam olhar sua bundinha mais calmamente. Aí, eu fiquei meio invocado e já iamos começar a discutir a relação, quando o meu celular tocou. Claro que era o Zé da Ilha que começou a me encher o saco e eu então berrei, para que todos ouvissem: "Dinheiro, meu filho, não me falta... graças a Deus, agora que vendi minha casa lotérica eu quero é ser chic!" Eu era o escândalo do restaurante. De propósito, pedi logo champagne e caviar e minha "cachorra" chegou a cantar a música do Zeca Pagodinho: “vocês sabem o que é caviar, nunca vi nem comi eu só ouço falar!”. Aí, eu fiquei olhando a turma ali daquele boteco chic. Quem disse que eles eram mais chiques do que eu? Eu nasci na "perifa" e continuo lá, mas dava para ver a caretice dos mauricinhos em volta.
Notei que ninguém prestava atenção em ninguém. Vi que o principal problema dos chics falsos é que eles não vêem ninguém a não ser eles mesmos, e como ninguém vê ninguém, era aquela solidão...
Saí pelas ruas, restaurantes, lojas, teatro, "lounges" e vi. Vi os sorrisos deslumbrados das botocudas (de Botox) entrando no bar fazendo bico com os lábios para realçar os "botoxinhos", triunfantes princesas de um império invísivel, acompanhadas de barrigas e bigodes, vi o rápido flash da gorgeta-quase-suborno de um gordo para lhe arranjarem a mesa da janela, vi o olho do garçon grato e envergonhado e vi sorrisos... Todo mundo sorrindo, bocas abertas, dentes, dentes, ninguém quieto, todos sorrindo para fotógrafos, vi os risos para esconder o medo e vi o medo por trás dos risos como uma epidemia de síndrome de pânico gargalhante, não vi a displicência chic que invejo nos fleugmáticos, só vi olhos buscando reconhecimento, vi a vaidade vicejando em cada rosto, ninguém via ninguém e todos eram vistos só por mim, vi as pernas douradas das peruas, cobertas de sedas e jóias, vi que o "ancien regime" continua vigente, que suas toalettes rococós são remotas lembranças de uma imaginária monarquia cafona, vi duquesas de lycra, baronesas de silicone, condessas pop com tatuagem na bunda e correntinha no tornozelo, todas competindo com as putinhas, vi que minha "cachorra" queria ser perua e as peruas queriam ser "cachorras", vi as cirurgias reparadoras, bigodes pintados, cabelos acaju, vi pochetes de dois mil dólares, bolsas de 3 mil, Vuittons falsas, Pradas fajutas, vi meias brancas em sapatos pretos e meias pretas vice-versa, vi verdes "fines herbes" entre dentes recém-capeados, vi zíperes de calças abertos, vi peitos para fora do soutien, sincronizados com gritinho de falso pudor, vi frases que nem eu, cafajeste de carteirinha, diria, vi um gordo falando que tinha trocado uma mulher de 50 por duas de 25, vi peitos abertos com colares de ouro em cascata, vi blazeres com brasão de almirantes, vi cabelos implantados como canteirinhos de piaçava, vi unhas grandes no dedo mindinho e vi a chegada das celebridades, invadindo as casas, os teatros, como trens barulhentos, gargalhando, luzindo sob os flashes e sempre furando filas, nariz para cima, os caninos brancos rindo para os fãs caninos, de caneta na mão com guardanapos úmidos pedindo autógrafos, vi o misto de desprezo com vaidade das celebridades dando autógrafos como bênçãos divinas, vi os casamentos de atrizes durarem duas semanas, entre duas edições de "Caras", vi roupas de onça, de zebrinha, de tigre e de dálmata, vi barrigas de cervejudos, vi garçons humilhados por banqueiros de cabelo sujo, vi metrossexuais querendo ser homossexuais sem ter coragem, vi maus-hálitos, excreções, rebotalhos, flatulências, eructações, babugens, oleosidade em caras tensas e a angústia aparecendo nos sovacos das camisas de seda, vi gargalhadas ocultando falências iminentes, vi corruptos sendo saudados como heróis nas churrascarias entre picanhas e chuletas e vi honestos sendo humilhados pelas esposas por pouco dinheiro, vi braceletes falsos, dentes falsos, risos falsos, bundas falsas, ricos falsos, vi casais se odiando diante do prato, vi caras amarradas, mulheres falando como crianças, ostentando fragilidades sedutoras, vi piadas de mau gosto com gargalhadas e perdigotos, vi bêbados caindo sobre bêbadas, vi paparazzi entrando na porrada com câmeras quebradas, vi porteiros puxa-sacos com rostos transidos de rancor, vi jantares, óperas, coquetéis, comemorações oficiais, vi casamentos comandados por peruas de walkie-talkie, vi noites de gala, bailes, premiações.
Afinal pensei: o que é ser chiquérrimo? Na dúvida voltei para a "perifa", pro boteco do Zé da Ilha. Lá tem pagode, tem até crime, mas há uma educação pobre, uma delicadeza popular que não vi na cidade. Entendi o que Glória Kalil diz no livro dela: Chiquérrimo é aquele sujeito que respeita os outros, que valoriza a amizade, o amor, a beleza, que quer ser amado, mas não força a barra. Glória Kalil ensina em seus livros: equilíbrio, harmonia, um convívio respeitoso e feliz. Glória tem uma utopia: educar a burguesia. Não sei se consegue, mas seu livro nos ensina que, mal-empregada, até a elegância pode ser uma forma de violência. ( Arnaldo Jabor )
Final de férias chegando.... Finais de semanas super gostosos.... Filme: A chave mestra. Vale a pena ver. Queria agradecer a todos que comentam, sei como é chato ler Blogs, mas as vezes encontramos coisas legais, como nos Blogs que estão linkados aqui no Além do Divã! Abraço a todos.

O sexo já foi um comício e hoje é um mercado
Eu só penso em sexo. Você também, recatado leitor. Todos os nossos sentimentos estão sendo canalizados para um mesmo buraco. Nunca vi a mídia tão sexualizada como hoje em dia. Ando pela rua e todos os outdoors são de mulher nua — outro dia, quase bati o carro na Marginal Pinheiros, por causa da lourinha nua da “Playboy”. Todas as capas de revista, tudo, é uma grande feira de mulher gostosa e homens raspadinhos. Tudo parece liberdade, mas a coisa é outra.
Esse programa do SBT, por exemplo, “Casa dos artistas”, joga com uma aparente liberdade, mas trabalha com um voyeurismo baixo nível, com o público apenas querendo ver “quem come quem”. O desejo do público é ver pelo “buraco da fechadura” a pretensa “descontração” dos “artistas”, pois para a população de pobres trabalhadores, artista ainda é sinônimo de prostituta ou malandro, como para Silvio Santos, como no século XIX. Por que não mostram a casa das elites? Ou a casa do próprio Silvio? Não. Ali, não. Ali moram as famílias, a base social da revista “Caras”, longe dos “sem-vergonhas” de sunga. Nunca vi tanta propaganda na mídia do sexo de consumo, a azaração e o sexo quantitativo te levando a comprar um sabonete ou a beber uma cerveja. A propaganda nos promete uma suruba transcendental. Todos queremos ir. Mas onde é?
Diante desta orgia pública dos milhares de corpos malhados de moças pobres e esperançosas, nos sentimos mal comidos, insatisfeitos, certos de que há uma casa de artistas de TV e playboys que se dão melhor que nós. Todos somos otários diante deste harém movente de apresentadoras, modelos, malandros e heróis sem camisa.
Antigamente, ou seja, nos anos 60 (oh... os recentes anos remotos) o sexo era uma novidade política, depois dos caretíssimos anos 50, quando até a gravidez era uma espécie de doença venérea, como disse o Rubem Braga. O sexo tinha algo de crime, algo de secreto, o pecado perfumava nossas vidas com o estímulo da culpa. Não havia motéis, nem pílula que, depois, fizeram mais pela liberdade sexual que mil livros feministas.
Nos anos 60, sexo era revolução política. Tudo era político. Eu me lembro da carta de amor de um comuna amigo meu que dizia para a mulher amada: “Querida, nosso amor é também uma forma de luta contra o imperialismo norte-americano”. O sexo dos anos 60, o sexo teórico, o sexo utópico, mitológico (para pequeno burguês intelectualizado, claro...) era o apagamento de diferenças, uma normalização do prazer que abria as comportas da liberdade para outras conquistas sociais. O orgasmo para Reich e seus seguidores era uma espécie de vitória contra a burguesia. O sexo dos 60 era um comício; mas tinha o defeito de acabar com a culpa, com o limite, com o proibido. Todas as sacanagens foram testadas, mas chegou-se ao outro lado com uma vaga insatisfação. O que faltava? Faltava o pecado. Sem o pecado ficamos insuportavelmente livres.
Com a re-caretização do mundo nos anos 70 (o mundo gira com movimentos de vai-e-vem, como uma cópula) a liberdade aparente conquistada andou para trás. A desrepressão deu lugar à “des-sublimação repressiva”, como nomeou Marcuse, uma “liberdade” tão ostensiva e grossa que é um louvor à proibição. Depois de Jimi Hendrix, tivemos os BG’s, depois de Woodstock, tivemos “Saturday night fever”, depois de Janis Joplin, tivemos Olivia Newton-John. Os sonhos viraram produto. Criou-se um mercado da liberdade. Todas as conquistas dos anos 60 viraram fetiches de consumo: revolta, igualdade, utopias, até o desespero e a angústia passaram a vender roupas e costumes.
A partir dessa época até hoje, sob a aparência de grandes euforias narcisistas, de gestos e risos de prazer, há uma volta à caretice; no mundo de bundas e coxas lipoaspiradas, seios siliconados, bofes comedores, existe um regressismo oculto. O sexo, que prometia ser a democratização do corpo para todos (ohh utopias...) voltou a ter uma clara configuração “de classe”. A anatomia virou uma das poucas portas de fuga da classe baixa. Com a democratização e a sociedade de massas, o sonho pequeno burguês de um orgasmo utópico foi apropriado pelos excluídos como uma saída para a miséria. Nuas, todas as mulheres são iguais; a democracia da bunda. Lembram-se da menina mendiga que tentaram transformar em modelo ou da moça do MST que foi para a “Playboy”? A bunda é a esperança de milhões de Cinderelas. A mídia e a propaganda compraram a liberdade, que não é mais “uma calça velha desbotada”, mas é a superação do pudor, da intimidade. Se alguma mulher ficar famosa, tem de tirar a roupa. O strip-tease é a anti-burka, mas, no fundo, meio igual. A pessoa não tem mais um corpo; o corpo é que tem uma pessoa, frágil, tênue, morando dentro dele. De dentro dos maiores “aviões” de bumbum exposto, de seios balouçantes, de coxas frementes e atemorizantes, sai uma vozinha romântica, desejando amor e filhos, pureza e lar. O corpo e a pessoa são duas coisas diferentes; a menina mostra sua bunda como se fosse uma irmã siamesa. Tanta oferta sexual me angustia, me dá a certeza de que meu desejo é programado por outros, por indústrias masturbatórias, me provocando tesão para me vender satisfação.
Ninguém mais quer ser “sujeito”: todos querem ser produtos. Ninguém quer ser livre, todos querem ser mais usáveis, consumíveis. O corpo tem de dar lucro. Todo mundo quer ser coisa. Ser “coisa” é melhor, não sofre de dúvidas, conflitos, humilhações. Queremos ser BMW’s, aviões, lanchas de luxo, queremos ser desejados como um jet-ski ou um vestido da Daslu. ( Arnaldo Jabor)
Deixem de ser preguiçosos... Vale a pena ler coisas boas.


Às vezes precisamos ser assim! Ser um silêncio e fecharmos os olhos para seguir em frente. Fingir que não vemos às vezes é essencial para manter a felicidade, manter tudo na ordem que está. Não sei o que escrever hoje, nem sei porque resolvi postar aqui hoje, mas já que comecei, hoje deixo para livre para o pessoal comentar qualquer coisa, já que não vou postar nada mesmo.
Que esses 11 meses possam se multiplicar em mais felicidade.
Amém!

E aí pessoal, desculpe o atraso na atualização, sei que algumas pessoas estão me cobrando. Final de semestre não é fácil!
E os pedágios pela primeira vez vão diminuir, no valor, é claro! R$ 0,10 centavos mais baratos. O que acham disso? Quem privatizou as estradas paulistas este ano está concorrendo a Presidência de nosso país. Será que baixou por causa do IGP-M, mesmo? Ou é tática política? Essa é difícil hein, vou deixar pra vocês pensarem! Ahuhuauhauha
E deu num jornal da cidade de Araras “Mulher sobrevive a morte súbita”, Comoooooooooooooooooooooooooooooooooooo? Se for morte súbita, como ela sobreviveu? Acho que tem algo errado nessa manchete, mas Jornal de Araras é indiscutível, não há um jornalista que corre atrás de uma boa reportagem, investigativa. Só ladrão de galinha, furto de automóvel, etc...
Essa semana acabei vendo um pedaço da entrega de premio Moda e Beleza de Araras, se eu comentar alguém vai me processar, mas tem pessoas lá que não são nada pra cidade de Araras, são umas.... (melhor eu não comentar)... E acabaram sendo indicados ao prêmio, será porque são amigos do organizador do evento? Cadê os critérios de seleção?! Mas também, critérios pra quê?
Olha mais um jogo do Brasil chegando, vamos ganhar ou fechar o comércio? Para alguns vale o título e para outros vale 3 horas de churrasquinho em casa, só para baixar a porta do comércio. Essa copa vale HEXA!!!!! By repórter da Rede Record. A faculdade que eu estudo quando os jogos são as 16 da tarde, já fecham as 12, para preparar a torcida, depois só voltam as 19:50.... Essa copa vale Hexa! Eu sento no sofá e tenho um sono danado, minha mãe linda, adormece e só acorda na hora do Gol. Não! Em casa a gente não comemora, é que o vizinho solta fogos e meu cachorro começa a latir.
E o repórter da Rede Globo que perguntou para o jogador da Argentina como estava o campo. ESTÁ VERDE! Uhahuahuauhhua, a cara da Fátima Bernardes quando a câmera focalizou ela foi a melhor, li os pensamentos dela naquele momento. Se não estivesse ao vivo!
Bom pessoal, é isso! Por hoje chega....Alemanha eliminou a Argentina, que dó! Meu voto vai para Alemanha Campeã! Sinto cheiro de fraude! Beijos a todos que comentam, espiam, falam mal ou acham utópico demais...
Finais de semana cada vez melhor. Sair com os amigos e rir e ter a companhia de quem a gente ama ao lado é uma das melhores coisas que está acontecendo em minha vida. Como nos damos bem. Como temos afinidades. Muitas... Por mais diferentes que pensamos, agimos, acabamos sempre num abraço confortante. Um beijo apaixonado. Um sorriso carinho.
Cada final de semana, é melhor que o anterior. Bom, apenas Obrigado. Final de semana passado PERFEITO. Cinema, Cinema e Cinema. Tem coisa melhor? Sabadão - A Profecia - apesar de ser fraquinho, gostei muito das cenas atuais e do diretor trazer o filme para nossa realidade. O final ficou muito legal e assustei em algumas cenas! Não só eu! Não é verdade Augusto? nota, 8,5 e 10,0 para o final. UHauhauhauhahu. Domingão - Todo mundo em Pânico 4 - Bem enlatado americano, mas eu dei umas risadas, tirando as piadas envolvendo sexo, orgãos genitais que todo sequencia possui, o resto do filme ficou legalzinho, nota 7,0. Segundona, bom já postei sobre o dia dos namorados. Ganhei presentinho! EBA!

Vou deixara qui meu apelo para uma pessoa muito especial - SARAH BRIGHTMAN POR FAVOR LANÇA LOGO ESSE CD!

Boa lembranças,
Acordar e saber que alguém pensa na gente,
Ouvir um Eu Te Amo,
Contar nos dedos a semana passar só para ver quem gostamos,
O cinema fica melhor,
O lanche fica melhor,
A pizza fica melhor,
A esfiha fica melhor,
A companhia é agradável,
Acordar e ter quem abraçar,
Dormir juntinho,
Se esquentar nas noites frias,
Sentir o cheirinho daquele perfume,
Olhar nos olhos e ganhar um beijinho,
Fechar os olhos e também ganhar um beijinho,
Saber que podemos dormir tranqüilo que estamos protegidos,
Receber uma ligação sem estar esperando apenas para saber se está bem,
Ficar preocupado com a saúde e bem-estar do outro,
Ficar doentinho e saber que alguém está querendo cuidar de você,
Saber que naquele momento tudo que acontece é verdade, afastando
as mentiras, a falsidade do mundo, a inveja das pessoas,
Querer estar sempre segurando a mão daquela pessoa especial.
Sei que muita coisa que escrevi não soa como romantismo, mas acredito que o maior romance está em pequenos gestos e atitudes, em poucas palavras, em coisas que antes você fazia e não dava valor, mas que hoje, cada minuto é diferente, é mágico, é especial. Feliz dia dos namorados a todos que tem alguém que ama ou lado e a todos que buscam um amor verdadeiro, um amor que te faça sonhar. Pois, um amor vale a pena.
E a quem não tem ainda um amor. Por favor, não destrua a felicidade dos outros.

Queria atualizar o Blog e não sabia sobre o que escrever. Falsidade, Mentiras, Papos Inúteis, Inveja, Pessoas que querem ver o mal dos outros, Pessoas que são amigas apenas quando precisam, Arrogância de quem não tem nada para ser arrogante, Falta de intelecto de algumas pessoas ( Ser inteligente não é saber passar a perna nas pessoas), Pessoas com mal caráter, que falam mal pelas costas, que falam mal sem primeiramente conversar diretamente com a pessoa que será afetada. Bom, poderia muito sobre diversos temas que mostram o quanto as pessoas que falam das outras, acabam sendo iguais as que são faladas. Mas é claro, pelas costas das que falam, pois na frente precisam manter o status de melhor. Melhor por indicação de quem? Quando essas pessoas se dizem melhores que as outras, quem indica esse status de melhor, será que são as mesmas que se acham melhores? Enfim, não vou me alongar a isso, ando meio chateado com algumas coisas, com algumas pessoas, com algumas atitudes, não vem ao caso agora... senão estaria fazendo o mesmo que condeno. Então, acabei pensando numa historinha que um professor antigo contou. Certa vez, num reino onde vivia apenas sapos, existia um rei. Esse rei era um “tronco” isso mesmo, um tronco de árvore. Mas com o passar dos anos, os sapos começaram a questionar o rei, pois aquele tronco ficava no meio do brejo e não fazia simplesmente nada. Queriam trocar seu rei por um que tivesse mais atuação. Certo dia, trocaram o rei, no lugar do tronco colocaram uma serpente. Ela se mexia sempre, e os sapos comemoram a entrada do novo rei. Com o passar do tempo a serpente começou a ter fome e passou a comer um sapo por dia. A situação no brejo ficou insustentável, o desespero era tamanho, que ninguém sabia quem seria o almoço do dia seguinte. As vezes reclamamos da situação que estamos, sem saber se mudar será o melhor. As vezes estamos felizes em nossas vidas e ficamos inventando coisas para mudar, para melhorar o que já está melhor. Nunca nos contentamos com o que temos. Então os sapos se reuniram e pediram para voltar o tronco. As vezes quando paramos de dar bola para intrigas, fofocas e começamos a cuidar melhor de nossa vida, vivemos bem melhor que aquele stress de ter que ficar ouvindo sempre o que não estamos interessados a ouvir, pelo simples fatos de manter aquela amizade, aquele namoro, aquele parente chato... Vamos ser mais felizes, se não está bem, jogue fora! Não tenha medo.
QUE VOLTE O TRONCO!!!!
Obrigado a todos que comentam.
E aí pessoal!
Andei vendo alguns filmes (mais) e queria indicar alguns, hehhe, sei lá, ao menos contar um pouco do que ando fazendo para quem tem curiosidade de saber. Espíritos é muito bom... hehehe, my angel quem diga né! Eu senti medo no filme e acabei me assustando com uma menina que gritou atrás de mim, pode isso?!?!?! Mas eu achei muito bom o filme, chega a dar medo sim em algumas cenas.... ou ao menos deixar alguém impressionado. Outro filme que vi foi, As férias da minha vida, com a Queen Latifah, serviu pra dar boas gargalhadas.... Esse eu vi no cinema de Araras mesmo, com poltrona pra casal, rs, (apenas tirar o braço da poltrana) (( braço esse que já está totalmente solto, pelamor!)). Com a faculdade anda tudo em ordem. O que seria ordem no último ano de faculdade né?!! To atarefado até as costas, rs, quanta coisa para fazer... Jesus, as vezes acho que não vou conseguir dar conta. E será que vou??! Preciso dar conta de tudo esse ano ainda, ano que vem eu quero fazer PÓS !!!! E casar, é claro!
Domingão! Destaque para !!!! X MEN 3 !!!! - O filme não é tudo que eu esperava, mas valeu muito a pena ter ido, Rafa e Eu, my angel não me quis domingo
Brincadeira... tá! Os efeitos especiais não são os melhores, acabaram centrando muito poderes a um personagem só e muitos Xmen morreram!.... Tá bom! Não vou contar o filme.... mas quem não quiser saber, que pare de ler o meu Blog né!
Um super abraço a todos!


Ter ou não ter namorado
(Artur da Távola)
Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo.
Namorado é a mais difícil das conquistas.
Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão, é fácil.
Mas namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida; ou bandoleira basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem namorado é quem não tem amor é quem não sabe o gosto de namorar. Há quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes; mesmo assim pode não ter nenhum namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto de chuva, cinema sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho.
Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria.
Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora em que passa o filme; de flor catada no muro e entregue de repente; de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto ou descobre meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, de fazer cesta abraçado, fazer compra junto.
Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor.
Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira - d'água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar.
Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada, ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz.
Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos, ponha a saia mais leve, aquela de chita e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim.
Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteria.
Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. ENLOU-CRESÇA.
Depois ter mudado o Blog, resolvi voltar para o UOL... Me desculpem todos que precisam mudar o link cada vez que meu Blog muda de nome ou endereço, mas prometo que desta vez será definitivo. Para começar o Post de hoje, vou postar sobre Medusa, da mitologia Grega. Abraços a todos e desculpem mais uma vez pelo transtonos.

Medusa tinha poderes tão extraordinários que mesmo morta podia petrificar quem olhasse para sua cabeça. Uma mecha de seu cabelo afugentava qualquer exército invasor e seu sangue tinha o dom de matar e ressuscitar pessoas. Personagem da mitologia grega, Medusa era uma das três Górgonas, filhas das divindades marinhas Fórcis e Ceto. Ao contrário de suas irmãs, Esteno e Euríale, Medusa era mortal. Temidas pelos homens e pelos deuses, as três habitavam o extremo Ocidente, junto ao país das Hespérides. Tinham serpentes em vez de cabelos, presas pontiagudas, mãos de bronze e asas de ouro. Perseu foi encarregado por Polidectes de decepar a cabeça da Medusa. Para isso, o herói muniu-se de objetos mágicos, como sandálias aladas, para pairar acima dos monstros, e o escudo de bronze, cujo reflexo permitiu neutralizar o olhar petrificante. Com a espada dada pelo deus Hermes, Perseu decapitou Medusa e recolheu sua cabeça, que foi posta no escudo de Atena como proteção contra os inimigos.
*Rubem Alves
O que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de
um ser humano? O que e quem a define?
Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver." A vida é tão boa! Não quero ir embora...
Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: "Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?". Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: "Não chore, que eu vou te abraçar..." Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade.
Cecília Meireles sentia algo parecido: "E eu fico a imaginar se depois de muito navegar a algum lugar enfim se chega... O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas, nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias... Com que tristeza o horizonte avisto, aproximado e sem recurso. Que pena a vida ser só isto...”
Da. Clara era uma velhinha de 95 anos, lá em Minas. Vivia uma religiosidade mansa, sem culpas ou medos. Na cama, cega, a filha lhe lia a Bíblia. De repente, ela fez um gesto, interrompendo a leitura. O que ela tinha a dizer era infinitamente mais importante. "Minha filha, sei que minha hora está chegando... Mas, que pena! A vida é tão boa...”
Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.
Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: "O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?". O médico olhou-o com olhar severo e disse: "O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?".
Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que freqüentemente se dá o nome de ética.
Um outro velhinho querido, 92 anos, cego, surdo, todos os esfíncteres sem controle, numa cama -de repente um acontecimento feliz! O coração parou. Ah, com certeza fora o seu anjo da guarda, que assim punha um fim à sua miséria! Mas o médico, movido pelos automatismos costumeiros, apressou-se a cumprir seu dever: debruçou-se sobre o velhinho e o fez respirar de novo. Sofreu inutilmente por mais dois dias antes de tocar de novo o acorde final.
Dir-me-ão que é dever dos médicos fazer todo o possível para que a vida continue. Eu também, da minha forma, luto pela vida. A literatura tem o poder de ressuscitar os mortos. Aprendi com Albert Schweitzer que a "reverência pela vida" é o supremo princípio ético do amor. Mas o que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define? O coração que continua a bater num corpo aparentemente morto? Ou serão os ziguezagues nos vídeos dos monitores, que indicam a presença de ondas cerebrais?
Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.
Muitos dos chamados "recursos heróicos" para manter vivo um paciente são, do meu ponto de vista, uma violência ao princípio da "reverência pela vida". Porque, se os médicos dessem ouvidos ao pedido que a vida está fazendo, eles a ouviriam dizer: "Liberta-me".
Comovi-me com o drama do jovem francês Vincent Humbert, de 22 anos, há três anos cego, surdo, mudo, tetraplégico, vítima de um acidente automobilístico. Comunicava-se por meio do único dedo que podia movimentar. E foi assim que escreveu um livro em que dizia: "Morri em 24 de setembro de 2000. Desde aquele dia, eu não vivo. Fazem-me viver. Para quem, para que, eu não sei...". Implorava que lhe dessem o direito de morrer. Como as autoridades, movidas pelo costume e pelas leis, se recusassem, sua mãe realizou seu desejo. A morte o libertou do sofrimento.
Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelangelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.
Texto publicado no jornal “Folha de São Paulo”, Caderno “Sinapse” do dia 12-10-03. fls 3.
Boa tarde pessoal,
Me pediram para escrever sobre o consumismo, estava pensando em não dar a minha visão crítica desta vez, e sim, fazer um texto mais para ilustrar o tema. O pq nos leva a trocar um aparelho celular europeu, que não foi lançado no Brasil, com duas câmeras, filma, toca mp3, cartão de 16mb podendo expandir para mais e com Tv. É algo para ser pensado, pois tudo que compramos hoje, apenas nos sacia no momento, no ato da compra. O que importa vc ter uma celular europeu, se o que está na moda é um V3i? Espero com esse exemplo ilustrar bem meu raciocínio, pois vivemos num mundo onde a tecnologia se renova a cada segundo, o que é o TOP hoje, daqui a 5 minutos já existe algo melhor, o V3 é um celular bonito e com varias funções, mas e o V3i? O que mudaria? O consumo que estou dizendo é este de, o V3i pode ter uma memória a mais que o seu, ou mesmo, as teclas são de cores diferentes, e apenas isso já te ajudar a não querer mais o seu modelo, pois o que é “legal” é aquele novo modelo “cool”. Fazer parte de uma sociedade em constante movimento é um privilégio da raça humana, mas ser dependente das mudanças para ser aceito em uma roda de amigos, ou fazer parte de uma sociedade que só pensa no atual (me refiro “atual” a “objetos”), acaba sendo um sofrimento inútil. Acabamos esquecendo o verdadeiro “trabalho” do aparelho celular, que é fazer e receber ligações. Mas parece que precisamos ter aquele modelo “bombril”, mil e uma utilidades, as quais acabamos que nem as utilizando.
Comprar por comprar, ou apenas para mostrar, acaba que sendo algo insaciável, pois SEMPRE, vai sair algo melhor do que aquele que vc acabou de comprar na loja, e vc sempre terá que ir trocando, e trocando, e trocando, tornando-se um ciclo vicioso. Quero deixar bem claro aqui, que não estou julgando quem compra, pois o dinheiro é de cada um e o problema também. Estou apenas questionando, até onde vamos comprar?
Em um outro momento volto a escrever sobre isso, agora, estou postando da faculdade, volto em outro momento e escrevo mais, pois é um tema muito amplo e nem acabei falando muito, apenas fiz-o pensar. Um excelente restinho de semana a todos e divirtam-se.

Bom dia, caros amigos! Como prometido o Blog voltou a funcionar. Devido a cobrança de várias pessoas (duas) hehehe... Vou voltar a postar aqui e para começar, pegue o telefone e encomende sua pizza na famosa Pizzaria Brazil, pois é de lá que está vindo as melhores pizza do nosso país, acreditem, não há concorrencia que bata. Vivemos num país onde está tudo meio que fora de controle, servimos apenas para pagar impostos e votar, pois é obrigatório. Estamos vivendo um escândalo sem limites, mensalões, valériodutos, mentiras e tudo mais que vc pensar, se encaixa por aqui. Na semana passada estava vendo um telejornal onde um casal de deficientes visuais da cidade de campinas, cantavam e tocavam acordeon para ganhar o suado dinheiro do dia-a-dia... uma cena tanto que normal, pesssoas trabalhadoras, buscando seus próprio sustento. Mas.... um jovem de apenas 18 anos (idade cronológica, a idade mental não foi divulgada pela imprensa), subiu até o segundo andar da loja e jogou vários baldes de agua no casal de cegos. O acordeon estragou, a dignidade sabe lá onde foi parar, só ficou a humilhação que ambos passaram, pode ser que não só eles, mas todos nós acabamos passando, pois esse cara vem da mesma raça que a gente (dá pra comparar?). O rapaz foi preso em flagrante, mas a prisão torna menos dolorido a humilhação que esse casal passou?
O segundo caso de hoje, é uma mulher da cidade de Sã Paulo que foi presa após roubar uma latinha de manteiga, no valor de R$ 3,20, ficou há quatro meses na cadeia, porque queria apenas alimentar seu filho com um pedaço de pão e manteiga, não estou aqui para dizer que ela estava certa, furto é furto, mas ficar QUATRO meses na cadeia por isso? Leitor desse Blog. vc deve estar pensando o porque de tudo isso, e o que vc tem a ver com isso... Bom, é agora que sua participação começa.... Cegos sendo humilhados, mães furtando para matar a fome de seus flhos famintos e a Pizzaria Brazil vendendo muito nessa época do ano, faturando milhões.... Muita gente embolsou muito mais que R$ 3,20 e não foi preso, não foi cassado, não foi nada (apenas é deputado!)..... E agora a nossa Pizzaria Brazil vai cobrar uma porcentagem por Show.... Pq tem deputada dançando a doidado no congresso e rindo de nosssas caras, recebendo mais de 10mil/mes para dançar no congresso, e eu me pergunto e te perguntou: Quem votou naquilo?
Acabou ficando extenso o texto, mas é importante pensar em um tópico, não estou preocupado com o casal de cegos, nem na manteiga da pobre mae que queria matar a fome de seu filho. O que mais me preocupe hoje é, será que a Deputada estava dançando Axé ou Funk? Enquanto não tiro essa dúvida.... Me mandem uma Pizza Brotinho Portuguesa, ah! sem cebola, por favor!
Vou deixar aqui o e-mail da deputada Angela dançarina, se alguém quiser montar um grupo musical e contrata-lá pode escrever, ou mesmo se vc apenas quiser questioná-la sobre esse ato eufórico... porque meu amigo, ela dança com o seu dinheiro!
dep.angelaguadagnin@camara.gov.br
Ela dança, eu danço! Ela dança, eu danço!
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